sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Compras com carteira virtual

Compras do futuro terão carteira virtual e cartão assinado com o indicador


Carregar vários cartões de crédito na carteira e memorizar senhas diferentes para cada um deles são hábitos com os quais o consumidor brasileiro precisou se acostumar nos últimos anos. Num futuro breve, porém, essas práticas devem deixar de fazer parte do nosso cotidiano.
Uma série de novas tecnologias, muitas delas já testadas no Brasil, prometem acelerar o momento da compra e tornar a vida do consumidor mais simples.
Cartões que podem ser usados sem a digitação de senhas e carteiras virtuais que permitem a realização de uma compra pela internet em poucos segundos são algumas das novidades.
Segundo as empresas, essas tecnologias vão dar também mais segurança às transações. Mas o consumidor também terá de fazer sua parte nesse sentido,tomando mais cuidados.

Carteira virtual acelera compra online

A Masterpass é uma carteira virtual desenvolvida pela Mastercard com o objetivo de tornar as compras pela internet mais rápidas. O consumidor pode cadastrar vários cartões nessa carteira, onde também deve incluir seu endereço.
Quando fizer uma compra pela internet num site que aceite o pagamento via Masterpass, ele deverá apenas selecionar o cartão que vai querer usar. Não será mais necessário preencher cadastros ou digitar o número do cartão escolhido.
"A maior razão de abandono de compra em um ambiente de e-commerce é a complexidade de preenchimento de cadastro. O uso do Masterpass evita que o consumidor tenha de preencher novos cadastros nas lojas eletrônicas. Todas as suas informações estarão centralizadas num ambiente seguro", diz Marcelo Tangioni, vice-presidente de produtos da Mastercard.
O serviço funciona nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na Austrália e está em fase inicial no Brasil. "Num primeiro momento, o uso está restrito ao ambiente do e-commerce, mas, em breve, vislumbramos outros canais, como o celular e lojas físicas", diz Tangioni.

Cartão é acessado por aproximação

Se novidades como essas devem demorar um pouco mais para fazerem parte da realidade dos brasileiros, outras tecnologias já estão, aos poucos, sendo incorporadas pelo comércio e pelos bancos.
A partir da próxima semana, o Banco do Brasil vai oferecer aos seus clientes, em parceria com a Visa, cartões equipados com uma tecnologia de radiofrequência que permite que a transação seja feita sem contato.
Não será preciso, assim, passar o cartão na maquininha. O pagamento será habilitado apenas pela aproximação do cliente. Se a transação for inferior a R$ 50, ele não precisará nem digitar a senha.
"Inicialmente estamos oferecendo esse produto para clientes de maior renda, porque são pessoas que usam muito os cartões, mas ainda têm o hábito de sacar dinheiro para pagar pequenos valores", diz Raul Moreira, diretor de cartões do Banco do Brasil.
A maioria das novas máquinas de cartões de crédito que estão sendo colocadas no mercado, segundo ele, está apta a aceitar o pagamento com cartões que têm essa tecnologia.

Assinatura com o dedo indicador

O celular é o foco central de grande parte das empresas que atuam nesse setor. Já existem várias opções de dispositivos que, acoplados ao aparelho, permitem que profissionais autônomos, como taxistas, e microempreendedores, como cabeleireiros, aceitem pagamento no cartão.
A empresa alemã SumUp acaba de chegar ao Brasil com um produto do tipo. Ela vende um dispositivo que pode ser anexado ao celular ou ao tablet e permite que o profissional aceite cartões das bandeiras Mastercard, Visa, Amex e Elo.
O consumidor não precisa digitar senha. Ele "assina" o comprovante do cartão na própria tela do celular ou tablet, com o dedo indicador. O comprovante da transação é enviado por SMS ou e-mail.
"Toda a comunicação é digital, o que elimina o risco de clonagem do cartão", diz Igor Marchesini, executivo que estruturou a subsidiária da empresa no Brasil. A SumUp atua também em 10 países da Europa e na Rússia.
Fonte: www.economia.uol.com.br

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Armazenamento dos arquivos XMLs

Você sabia??

Os arquivos XML devem ser armazenados e entregues ao fisco quando solicitado? Mesmo a NFe ou CTe sendo processada pela Receita, o documento digital é de inteira responsabilidade do emissor e do destinatário como se fosse um documento físico normal?
Baseado nessa exigência fiscal, a WTTI Sistemas disponibiliza aos seus clientes, o backup diário de cada XML de compra importado no sistema. Já para os XML de saída, o armazenamento é feito automaticamente no momento da autorização da NFe com a receita.
Os clientes da WTTI Sistemas, contam também com a ferramenta para validação de todas as notas emitidas contra o CNPJ da empresa, para que o usuário possa conferir se todas essas notas foram registradas no SIAGN, garantindo assim, que o XML esteja dentro do sistema para o Backup diário.

Todas essas funções estão disponibilizadas gratuitamente dentro do SIAGN, caso sua empresa não conheça alguma dessas ferramentas, entre em contato com nosso suporte técnico e solicite maiores informações!

Caso sua empresa ainda não utilize a solução da WTTI Sistemas, entre em contato com nosso setor comercial e agende uma visita!
(47) 3027-3100

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Lições de uma criança a um empreendedor


Relembre, traga de volta a criança que perdemos quando crescemos. A criatividade, o interesse em ouvir, prestar atenção em tudo, a paciência, nunca desistir, chorar e continuar acreditando que vai conseguir são as habilidades indispensáveis para ser bem sucedido como empreendedor. Já desenvolvemos essas habilidades quando crianças. Por que esquecemos?
Certamente o Dia das Crianças nos remete ao passado e a lembranças de quando éramos crianças. Que lições importantes podemos tirar desse passado ou das experiências um pouco mais recentes que vivemos como pais de família? Afinal, ser empreendedor é ser pai de uma empresa e a diferença é que provavelmente temos muito mais filhos para cuidar.
Como pai de família, passamos por noites pouco dormidas, poucas horas de sono, muitas preocupações com a saúde, com o futuro dos filhos, com a alimentação, com a educação, com o desenvolvimento pessoal. Cuidar para que as crianças cresçam, ganhem estatura, fiquem fortes, etc.
Faz parte do currículo do empreendedor dormir pouco, passar por poucas horas de sono, preocupar com o dia de amanhã, com a saúde financeira, com os funcionários. Cuidar para que a empresa cresça, ganhe volume, tenha mais participação no mercado, etc.
O primeiro grande desafio da vida do homem é aprender a andar. Usamos a criatividade para levantar, segurando na perna da nossa mãe. Creio que ninguém ensina isso a uma criança.
Depois tentamos andar soltando a mão da perna da mãe. Caímos, levantamos, caímos, choramos porque a batida na cabeça doeu muito… Mas cinco minutos depois, levantamos e tentamos andar novamente. Por que fizemos isso? Por que nunca desistimos de andar?
O primeiro grande desafio do empreendedor é fazer a empresa sair do chão, fazer crescer. Não há onde agarrar, dependemos só da nossa força de vontade. O aprendizado de levantar, cair, levantar, cair, chorar, levantar até aprender a caminhar por si faz parte da rotina do empreendedor. Mas muitas vezes desanimamos e desistimos. Se fossemos bebês desistiríamos?
Com certeza a resposta é não. Por que o bebê nunca desiste?
Simplesmente porque não existe na cabeça da criança o pensamento “não conseguir andar”. Não me lembro o que eu pensava quando tinha 10 meses, mas penso que nunca tive nenhuma dúvida do tipo “será que vou conseguir andar?” ou “quando vou conseguir?” ou “quanto tempo vou levar?”.
Por que nos esquecemos dessa valiosa lição quando crescemos? Se já superamos um obstáculo tão difícil, que era levantar e caminhar livremente com as nossas duas pernas quando ainda pequeninos, com pouca força nos pés, por que desistimos diante da primeira queda como empreendedor?
Simplesmente é questão de crença: não acreditamos tanto quanto acreditávamos quando bebês. Na criança só existe o pensamento “vou conseguir!”.
O segundo grande desafio da criança é aprender a falar. Mais uma vez a crença e a paciência vencem a batalha. É verdade que contamos com a ajuda dos nossos pais para isso. Como aprendemos a falar? Ouvindo, ouvindo, ouvindo, tentando falar, repetindo, repetindo até dominar a arte de falar.
Aprendemos que o que se fala e as palavras que usamos fazem as coisas acontecerem. Antes precisávamos chorar para chamar a atenção dos pais. Agora podemos falar para conseguir o que queremos. Basta falar para aparecer o objeto que desejamos. Incrível: a palavra cria as coisas. Basta usar a correta.
O segundo desafio que o empreendedor precisa aprender também é falar. Falar aos seus clientes o que eles querem ouvir: algo que satisfaça as suas necessidades. Como conseguir entendê-los? Ouvindo, ouvindo, ouvindo, tentando entender o que eles estão falando, necessitando. Repetir, repetir, repetir até conseguir produzir um produto ou serviços que atendam às expectativas dos nossos clientes.
O empreendedor precisa falar para os funcionários para que eles produzam e ajam de acordo com o seu pensamento, seu desejo. Mas muitas vezes esquecemos da lição de quando éramos crianças e não falamos, transmitimos corretamente o que desejamos aos funcionários, fornecedores e clientes. Utilizamos palavras não apropriadas e até erradas que acabam criando situações confusas, conflitantes e desconfortáveis.
O terceiro desafio da criança é aprender a compartilhar. A família aumentou e chegaram novas companhias: seus irmãos, suas irmãs. É preciso compartilhar espaço, compartilhar brinquedo, compartilhar a atenção dos pais, dos tios e das tias. Também é necessário aprender a brincar com outras crianças – o que é mais divertido.
O terceiro desafio do empreendedor, portanto, é aprender a compartilhar a empresa. A empresa cresceu, tem mais funcionários, mais fornecedores. O espaço ficou pequeno, tem mais departamentos. Tem que dar atenção a todos, aprender a trabalhar com várias pessoas e, por fim, descobrir que é divertido e desafiador gerenciar um grande número delas.
Podemos enumerar várias outras experiências já vividas como criança que poderiam ser muito úteis no dia a dia do empreendedor. Não foi em vão que Jesus disse: “sejam como crianças para entrarem no Reino dos Céus”. Evidentemente, ser criança não quer dizer ser infantil. É ser criança mentalmente, forte, alegre e feliz. É ouvir a voz da criança interior, confiar, ouvir mais, persistir, ser flexível, estar aberto a novas informações, querer aprender novas formas. Viva o Dia das Crianças!

Por Orlando Ota

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A PARÁBOLA DO LEÃO

A PARÁBOLA DO LEÃO



 Há muitos anos li uma parábola contada pelo monge hinduísta Vivekanada, a respeito de um leãozinho criado por ovelhas, e que se portava como tal. Essa estória chamou-me muito a atenção e fez-me pensar sobre nós seres humanos. O que somos na realidade? ovelhas ou leões? Qual a nossa verdadeira identidade? Como eu nunca mais consegui localizar a estória, eu a reconto tal como me lembro dela, após quase 20 anos. "Certa vez um filhote de leão perdido e esfomeado, foi encontrado por algumas ovelhas que pastavam na pradaria. Comovidas com a situação acolheram o leãozinho e passaram a alimentá-lo e a cuidar dele. Com o tempo o filhote começou a se alimentar de grama e a se portar como ovelha até se tornar um jovem, grande e forte animal. Um dia, um outro leão se acercou do pasto tentando caçar algumas ovelhas. Alarmadas elas correram a se abrigar no alto da rocha, o mesmo fazendo o leão que estava com elas. Sem acreditar no que via, o leão caçador se aproximou e disse: “Por que você foge de mim e se abriga junto às ovelhas, sendo um leão ?” - “Eu não sou leão, sou ovelha e por favor, não nos faça mal”, retrucou este. - “Como, você uma ovelha? Está enganado, você é um leão. Um caçador igual a mim”. - “Não, sou uma ovelha. Sempre vivi assim”. - “Chega, não agüento mais”, disse o outro. “Você é um leão, o rei dos animais, portanto, porte-se como tal”. Em seguida levou-o a uma imensa poça d’água, próximo de onde estavam. “Olhe a sua imagem. Você é um leão igual a mim”. Ainda trêmulo, o leão viu a semelhança entre ambos e isto o deixou confuso. Não sabia quem era. E vendo as ovelhas pulou e foi juntar-se a elas novamente. Inconformado o leão caçador foi embora, sem nem mesmo abater uma caça. No dia seguinte voltou e vendo a situação se repetir, ele soltou um urro ensurdecedor em sinal de irritação . Dessa vez cercou o leão amedrontado e disse: “Solte um urro igual a mim. Esse é o sinal do teu poder”. “Eu só sei balir”, respondeu o apavorado leão. “Vamos, tente”, disse o primeiro. Assustado, o leão tomou um fôlego e saiu um berro um pouco mais forte do que o miado de um gato. “Vamos, tente novamente”, repetiu o primeiro. A segunda vez não foi muito melhor. Enquanto treinavam sem sucesso, uma matilha de lobos se aproximou das ovelhas encurralando-as junto às rochas. Desesperadas as ovelhas baliram sem cessar, até que seus gritos chegaram aos ouvidos do leão medroso. Este ao ver à distância o perigo eminente de seus companheiros, enraivecido e desesperado soltou um rugido apavorante que ecoou por toda a pradaria. Assustados, sem saber do que se tratava, os lobos se puseram a correr atropeladamente em desabalada carreira. O leão finalmente assumira a sua verdadeira identidade. Havia vivido por algum tempo como ovelha, mas seu coração era de leão e isso fez ressurgir a sua verdadeira natureza. Também vocês homens, são leões por natureza, embora a maioria, amedrontada com a vida, se porte como ovelha. Mas são leões e leões sempre hão de ser, pois são vencedores. Portanto assumam a sua verdadeira natureza e com confiança e coragem conquistem o lugar que é seu por direito divino. A força interior é um legado de Deus a cada ser humano, capaz de superar qualquer obstáculo. Ninguém poderá arrebatar-lhes isso, a não ser vocês mesmos, se insistirem em ser ovelhas.

(Versão livre da história contada pelo monge hinduísta Swami Vivekananda, em conferência pública por ele realizada no Estados Unidos em 1894. (Versão adaptada por Ernesto Berg) berg@quebrandobarreiras.com.br www.quebrandobarreiras.com.br

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Veja 5 passos para pequena empresa construir marca forte e reconhecida.

Veja 5 passos para pequena empresa construir marca forte e reconhecida

 
Ter uma marca forte deixa o produto mais desejado e ajuda no lançamento de outros, por exemplo, pois com uma marca já reconhecida, os investimentos podem ser menores", diz Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação, agência especializada em branding - construção e gerenciamento de marcas.

Ele diz que em alguns casos, a marca pode valer mais que as coisas materiais de uma empresa, mas, para isso, é necessário que ela tenha uma boa identificação com o público-alvo.

Carlos Dranger, diretor associado da Cauduro Associados, consultoria especializada em branding e design, lista cinco passos para construir uma marca forte, qualquer que seja o ramo de atuação da empresa:

1. Definir estratégia, posicionamento e atributos – a estratégia envolve o registro de crenças, valores e visão de futuro. O que a empresa ou o produto é hoje e o que gostaria de ser, como quer ser percebido. O posicionamento é o resumo da promessa do produto ou do serviço, deve deixar claro o que a empresa faz e quem é o seu público. Os atributos são características que o empreendedor deve listar. Existem os atributos qualificadores, que são obrigatórios para que uma empresa permaneça no mercado, como ética e confiabilidade; e os atributos diferenciais, que permitem se diferenciar da concorrência.

2. Construir ou renovar a marca – use a base definida no primeiro passo para criar alternativas para o design da marca. Fuja dos conceitos "gosto x não gosto" e "bonito x feio". Avalie o que ela comunica para, então, chegar ao desenho final de marca. Tem que ser original, memorável, atraente e precisa na comunicação dos atributos interessantes para a empresa.

3. Desenvolver identidade – mesmo depois de definida, a marca não pode ser aplicada indiscriminadamente nos materiais da empresa, a identidade verbal e visual precisa ser desenvolvida. Identidade verbal é a mensagem que vai orientar o discurso da empresa, seja no atendimento ou na publicidade. Ela precisa ser organizada, com mensagens-chave para cada público – clientes, funcionários, fornecedores e assim por diante. Já a identidade visual é o carro-chefe da marca. Envolve linguagem, tipografia, cores, estilo, grafismos etc. Ela deve ser exclusiva, a ponto de qualquer pessoa identificar um material da empresa, mesmo que a marca não esteja exposta.

4. Ativar – é o processo de dar vida à marca, fazer sua implantação de maneira planejada. O empreendedor deve começar elaborando uma matriz que coloque o impacto da ativação da marca em relação à dificuldade e o custo. O ideal é começar pelos pontos em que tem mais impacto e visibilidade, como identidade visual de lojas ou rótulos de produtos; ou pelos que são mais fáceis e baratos, como itens de papelaria. Construa um plano de implantação para orientar de maneira adequada e eficiente.

5. Gerir – a gestão vai observar os pontos de contato onde a marca aparece e fazer com que estejam alinhados, comunicando os atributos definidos anteriormente, de maneira uniforme. Isso envolve os veículos da empresa, arquitetura e decoração de loja e materiais digitais. Para que a marca tenha valor, é importante estar no controle avaliando como a comunicação e fazendo ajustes pra que esteja sempre consistente. Seguindo esses passos, é possível construir uma marca clara, marcante e inesquecível.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”.

O rápido e o apressado


Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”. A “pressa é inimiga da perfeição” já dizia o velho ditado

*Luiz Marins
Quando digo que no mundo de hoje não é o maior que vai vencer o menor, mas sim o mais rápido é que vencerá o mais lento, não estou querendo dizer que vencerão os “apressados”.  Vencerão os rápidos, os velozes, os ágeis, isso sim.
Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”.  A “pressa é inimiga da perfeição” já dizia o velho ditado. A rapidez, não. “Rapidez” significa a melhor adequação da velocidade às condições de segurança que tenho. Se a estrada que percorro tiver condições de andar até 120 km/h não devo andar a 180 km/h – poderá ser arriscado e contra a lei. Mas também não devo, andar a 30 km/h se tenho condições de andar a 120 km/h. Também é arriscado andar devagar demais numa estrada em que a velocidade permitida é de 120km/h.
No mundo empresarial de hoje, temos que ser rápidos, ágeis, velozes.  Tomar decisões com rapidez. Atender as demandas do mercado com o máximo de agilidade. Temos que imprimir velocidade na formatação e implementação de novos produtos e serviços que possam surpreender e encantar nosso mercado.
Mas não devemos ser “apressados”.  Apressado é quem faz as coisas sem pensar, sem cuidar dos detalhes, sem pensar nas conseqüências e alternativas. Apressado é o que atropela os fatos. Apressado é o que não aprende com os erros do passado porque não pára para pensar. E comete os mesmos erros repetidamente. Apressado é o que não ouve as pessoas. Apressado é o que quer conquistar novos clientes e não percebe que está perdendo os clientes atuais por falta de atenção, por incompetência em retê-los e fidelizá-los.
Já o rápido, o veloz, o ágil sabe que a competição está cada dia mais forte e que não se pode ficar deixando para depois as decisões e as ações. O rápido sai na frente na busca do cliente. O rápido visita o mercado para antecipar tendências. O rápido sabe que só não erra quem não faz e ele faz, rapidamente, mesmo correndo algum risco de errar. E quando erra, rapidamente corrige o erro e vai em frente. O rápido é aquele que não vive se lamentando do passado. Ele age. Ele acredita, ele pensa rápido, envolve as pessoas no processo decisório, convive com as diferenças de idéias entre seus colaboradores e decide com agilidade, com velocidade, sem pressa, com a segurança de quem conhece a sua velocidade máxima e faz uso adequado dela.
Nesta semana, faça uma auto-análise. Como é você? Você é “rápido” ou “apressado”? Como são as pessoas que trabalham com você? Elas são ágeis, velozes ou “apressadinhas”?
É preciso educar os nossos colaboradores e até a nós próprios a perceber a diferença importante entre “velocidade” e “pressa”.
Aqui vai um exercício - Pegue em sua empresa vários exemplos de coisas que ocorreram no passado e faça com seu pessoal essa análise. Veja quando houve “rapidez, velocidade, agilidade” e quando houve “pressa”. Compare as situações, discuta, faça com que todos percebam a grande diferença entre as duas situações. Imagine com seu pessoal situações típicas do dia-a-dia e do futuro. Faça a mesma análise – compare rapidez, agilidade, velocidade com “pressa”.
Faça isso com rapidez... sem pressa!
*Luiz Marins, antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior. Possui  25 livros (também disponível em vários países da América Latina e Europa) e mais de 300 vídeos e DVDs publicados; Empresário de sucesso nos ramos de agronegócio, educação, comunicação e marketing

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Quais atitudes podem favorecer ideias inovadoras?

A importância de inovar sempre.
Quais atitudes podem favorecer ideias inovadoras?
 por Lourenço Bustani, especialista em inovação
Inovar requer conhecimento, experiência, diálogo, sensibilidade, inspiração. Enquanto o mundo tende a pensar o novo como as super invenções feitas em laboratórios de tecnologia, a grande inovação será aquela que virá de dentro, na redescoberta do ser humano e das suas verdades ocultas.
1. Viajar
Seja para o bairro vizinho, seja para um continente do outro lado do mundo, não importa. Ao viajarmos, expomos nosso olhar ao que é diferente, inédito, enriquecendo o nosso repertório e criando uma base fértil para novas ideias.
2. Ler
A internet é uma escola infinita e sem paredes. Temos acesso rápido e gratuito a textos de todas as áreas do conhecimento, o que, sem dúvida, é alimento para a inovação. Mas é sempre importante deixar o filtro ligado. Além disso, é sempre bom ter um tempo para mergulhar nos bons e velhos livros.
3. Ouvir
As pessoas têm ouvido pouco. Tem muita gente falando coisas importantes por aí, no dia a dia; do taxista ao palestrante, existe sempre um aprendizado. Vamos parar e ouvir.
4. Sentir
Nada melhor que sentir e agir com base no sentimento. Vejo muitos corações anestesiados, as pessoas em piloto automático, reféns de um sistema cristalizado que está nos levando do nada a lugar nenhum. A inovação do futuro, consciente, humana e integradora, passará por mais sentimento.