sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Lições de uma criança a um empreendedor


Relembre, traga de volta a criança que perdemos quando crescemos. A criatividade, o interesse em ouvir, prestar atenção em tudo, a paciência, nunca desistir, chorar e continuar acreditando que vai conseguir são as habilidades indispensáveis para ser bem sucedido como empreendedor. Já desenvolvemos essas habilidades quando crianças. Por que esquecemos?
Certamente o Dia das Crianças nos remete ao passado e a lembranças de quando éramos crianças. Que lições importantes podemos tirar desse passado ou das experiências um pouco mais recentes que vivemos como pais de família? Afinal, ser empreendedor é ser pai de uma empresa e a diferença é que provavelmente temos muito mais filhos para cuidar.
Como pai de família, passamos por noites pouco dormidas, poucas horas de sono, muitas preocupações com a saúde, com o futuro dos filhos, com a alimentação, com a educação, com o desenvolvimento pessoal. Cuidar para que as crianças cresçam, ganhem estatura, fiquem fortes, etc.
Faz parte do currículo do empreendedor dormir pouco, passar por poucas horas de sono, preocupar com o dia de amanhã, com a saúde financeira, com os funcionários. Cuidar para que a empresa cresça, ganhe volume, tenha mais participação no mercado, etc.
O primeiro grande desafio da vida do homem é aprender a andar. Usamos a criatividade para levantar, segurando na perna da nossa mãe. Creio que ninguém ensina isso a uma criança.
Depois tentamos andar soltando a mão da perna da mãe. Caímos, levantamos, caímos, choramos porque a batida na cabeça doeu muito… Mas cinco minutos depois, levantamos e tentamos andar novamente. Por que fizemos isso? Por que nunca desistimos de andar?
O primeiro grande desafio do empreendedor é fazer a empresa sair do chão, fazer crescer. Não há onde agarrar, dependemos só da nossa força de vontade. O aprendizado de levantar, cair, levantar, cair, chorar, levantar até aprender a caminhar por si faz parte da rotina do empreendedor. Mas muitas vezes desanimamos e desistimos. Se fossemos bebês desistiríamos?
Com certeza a resposta é não. Por que o bebê nunca desiste?
Simplesmente porque não existe na cabeça da criança o pensamento “não conseguir andar”. Não me lembro o que eu pensava quando tinha 10 meses, mas penso que nunca tive nenhuma dúvida do tipo “será que vou conseguir andar?” ou “quando vou conseguir?” ou “quanto tempo vou levar?”.
Por que nos esquecemos dessa valiosa lição quando crescemos? Se já superamos um obstáculo tão difícil, que era levantar e caminhar livremente com as nossas duas pernas quando ainda pequeninos, com pouca força nos pés, por que desistimos diante da primeira queda como empreendedor?
Simplesmente é questão de crença: não acreditamos tanto quanto acreditávamos quando bebês. Na criança só existe o pensamento “vou conseguir!”.
O segundo grande desafio da criança é aprender a falar. Mais uma vez a crença e a paciência vencem a batalha. É verdade que contamos com a ajuda dos nossos pais para isso. Como aprendemos a falar? Ouvindo, ouvindo, ouvindo, tentando falar, repetindo, repetindo até dominar a arte de falar.
Aprendemos que o que se fala e as palavras que usamos fazem as coisas acontecerem. Antes precisávamos chorar para chamar a atenção dos pais. Agora podemos falar para conseguir o que queremos. Basta falar para aparecer o objeto que desejamos. Incrível: a palavra cria as coisas. Basta usar a correta.
O segundo desafio que o empreendedor precisa aprender também é falar. Falar aos seus clientes o que eles querem ouvir: algo que satisfaça as suas necessidades. Como conseguir entendê-los? Ouvindo, ouvindo, ouvindo, tentando entender o que eles estão falando, necessitando. Repetir, repetir, repetir até conseguir produzir um produto ou serviços que atendam às expectativas dos nossos clientes.
O empreendedor precisa falar para os funcionários para que eles produzam e ajam de acordo com o seu pensamento, seu desejo. Mas muitas vezes esquecemos da lição de quando éramos crianças e não falamos, transmitimos corretamente o que desejamos aos funcionários, fornecedores e clientes. Utilizamos palavras não apropriadas e até erradas que acabam criando situações confusas, conflitantes e desconfortáveis.
O terceiro desafio da criança é aprender a compartilhar. A família aumentou e chegaram novas companhias: seus irmãos, suas irmãs. É preciso compartilhar espaço, compartilhar brinquedo, compartilhar a atenção dos pais, dos tios e das tias. Também é necessário aprender a brincar com outras crianças – o que é mais divertido.
O terceiro desafio do empreendedor, portanto, é aprender a compartilhar a empresa. A empresa cresceu, tem mais funcionários, mais fornecedores. O espaço ficou pequeno, tem mais departamentos. Tem que dar atenção a todos, aprender a trabalhar com várias pessoas e, por fim, descobrir que é divertido e desafiador gerenciar um grande número delas.
Podemos enumerar várias outras experiências já vividas como criança que poderiam ser muito úteis no dia a dia do empreendedor. Não foi em vão que Jesus disse: “sejam como crianças para entrarem no Reino dos Céus”. Evidentemente, ser criança não quer dizer ser infantil. É ser criança mentalmente, forte, alegre e feliz. É ouvir a voz da criança interior, confiar, ouvir mais, persistir, ser flexível, estar aberto a novas informações, querer aprender novas formas. Viva o Dia das Crianças!

Por Orlando Ota

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A PARÁBOLA DO LEÃO

A PARÁBOLA DO LEÃO



 Há muitos anos li uma parábola contada pelo monge hinduísta Vivekanada, a respeito de um leãozinho criado por ovelhas, e que se portava como tal. Essa estória chamou-me muito a atenção e fez-me pensar sobre nós seres humanos. O que somos na realidade? ovelhas ou leões? Qual a nossa verdadeira identidade? Como eu nunca mais consegui localizar a estória, eu a reconto tal como me lembro dela, após quase 20 anos. "Certa vez um filhote de leão perdido e esfomeado, foi encontrado por algumas ovelhas que pastavam na pradaria. Comovidas com a situação acolheram o leãozinho e passaram a alimentá-lo e a cuidar dele. Com o tempo o filhote começou a se alimentar de grama e a se portar como ovelha até se tornar um jovem, grande e forte animal. Um dia, um outro leão se acercou do pasto tentando caçar algumas ovelhas. Alarmadas elas correram a se abrigar no alto da rocha, o mesmo fazendo o leão que estava com elas. Sem acreditar no que via, o leão caçador se aproximou e disse: “Por que você foge de mim e se abriga junto às ovelhas, sendo um leão ?” - “Eu não sou leão, sou ovelha e por favor, não nos faça mal”, retrucou este. - “Como, você uma ovelha? Está enganado, você é um leão. Um caçador igual a mim”. - “Não, sou uma ovelha. Sempre vivi assim”. - “Chega, não agüento mais”, disse o outro. “Você é um leão, o rei dos animais, portanto, porte-se como tal”. Em seguida levou-o a uma imensa poça d’água, próximo de onde estavam. “Olhe a sua imagem. Você é um leão igual a mim”. Ainda trêmulo, o leão viu a semelhança entre ambos e isto o deixou confuso. Não sabia quem era. E vendo as ovelhas pulou e foi juntar-se a elas novamente. Inconformado o leão caçador foi embora, sem nem mesmo abater uma caça. No dia seguinte voltou e vendo a situação se repetir, ele soltou um urro ensurdecedor em sinal de irritação . Dessa vez cercou o leão amedrontado e disse: “Solte um urro igual a mim. Esse é o sinal do teu poder”. “Eu só sei balir”, respondeu o apavorado leão. “Vamos, tente”, disse o primeiro. Assustado, o leão tomou um fôlego e saiu um berro um pouco mais forte do que o miado de um gato. “Vamos, tente novamente”, repetiu o primeiro. A segunda vez não foi muito melhor. Enquanto treinavam sem sucesso, uma matilha de lobos se aproximou das ovelhas encurralando-as junto às rochas. Desesperadas as ovelhas baliram sem cessar, até que seus gritos chegaram aos ouvidos do leão medroso. Este ao ver à distância o perigo eminente de seus companheiros, enraivecido e desesperado soltou um rugido apavorante que ecoou por toda a pradaria. Assustados, sem saber do que se tratava, os lobos se puseram a correr atropeladamente em desabalada carreira. O leão finalmente assumira a sua verdadeira identidade. Havia vivido por algum tempo como ovelha, mas seu coração era de leão e isso fez ressurgir a sua verdadeira natureza. Também vocês homens, são leões por natureza, embora a maioria, amedrontada com a vida, se porte como ovelha. Mas são leões e leões sempre hão de ser, pois são vencedores. Portanto assumam a sua verdadeira natureza e com confiança e coragem conquistem o lugar que é seu por direito divino. A força interior é um legado de Deus a cada ser humano, capaz de superar qualquer obstáculo. Ninguém poderá arrebatar-lhes isso, a não ser vocês mesmos, se insistirem em ser ovelhas.

(Versão livre da história contada pelo monge hinduísta Swami Vivekananda, em conferência pública por ele realizada no Estados Unidos em 1894. (Versão adaptada por Ernesto Berg) berg@quebrandobarreiras.com.br www.quebrandobarreiras.com.br

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Veja 5 passos para pequena empresa construir marca forte e reconhecida.

Veja 5 passos para pequena empresa construir marca forte e reconhecida

 
Ter uma marca forte deixa o produto mais desejado e ajuda no lançamento de outros, por exemplo, pois com uma marca já reconhecida, os investimentos podem ser menores", diz Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação, agência especializada em branding - construção e gerenciamento de marcas.

Ele diz que em alguns casos, a marca pode valer mais que as coisas materiais de uma empresa, mas, para isso, é necessário que ela tenha uma boa identificação com o público-alvo.

Carlos Dranger, diretor associado da Cauduro Associados, consultoria especializada em branding e design, lista cinco passos para construir uma marca forte, qualquer que seja o ramo de atuação da empresa:

1. Definir estratégia, posicionamento e atributos – a estratégia envolve o registro de crenças, valores e visão de futuro. O que a empresa ou o produto é hoje e o que gostaria de ser, como quer ser percebido. O posicionamento é o resumo da promessa do produto ou do serviço, deve deixar claro o que a empresa faz e quem é o seu público. Os atributos são características que o empreendedor deve listar. Existem os atributos qualificadores, que são obrigatórios para que uma empresa permaneça no mercado, como ética e confiabilidade; e os atributos diferenciais, que permitem se diferenciar da concorrência.

2. Construir ou renovar a marca – use a base definida no primeiro passo para criar alternativas para o design da marca. Fuja dos conceitos "gosto x não gosto" e "bonito x feio". Avalie o que ela comunica para, então, chegar ao desenho final de marca. Tem que ser original, memorável, atraente e precisa na comunicação dos atributos interessantes para a empresa.

3. Desenvolver identidade – mesmo depois de definida, a marca não pode ser aplicada indiscriminadamente nos materiais da empresa, a identidade verbal e visual precisa ser desenvolvida. Identidade verbal é a mensagem que vai orientar o discurso da empresa, seja no atendimento ou na publicidade. Ela precisa ser organizada, com mensagens-chave para cada público – clientes, funcionários, fornecedores e assim por diante. Já a identidade visual é o carro-chefe da marca. Envolve linguagem, tipografia, cores, estilo, grafismos etc. Ela deve ser exclusiva, a ponto de qualquer pessoa identificar um material da empresa, mesmo que a marca não esteja exposta.

4. Ativar – é o processo de dar vida à marca, fazer sua implantação de maneira planejada. O empreendedor deve começar elaborando uma matriz que coloque o impacto da ativação da marca em relação à dificuldade e o custo. O ideal é começar pelos pontos em que tem mais impacto e visibilidade, como identidade visual de lojas ou rótulos de produtos; ou pelos que são mais fáceis e baratos, como itens de papelaria. Construa um plano de implantação para orientar de maneira adequada e eficiente.

5. Gerir – a gestão vai observar os pontos de contato onde a marca aparece e fazer com que estejam alinhados, comunicando os atributos definidos anteriormente, de maneira uniforme. Isso envolve os veículos da empresa, arquitetura e decoração de loja e materiais digitais. Para que a marca tenha valor, é importante estar no controle avaliando como a comunicação e fazendo ajustes pra que esteja sempre consistente. Seguindo esses passos, é possível construir uma marca clara, marcante e inesquecível.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”.

O rápido e o apressado


Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”. A “pressa é inimiga da perfeição” já dizia o velho ditado

*Luiz Marins
Quando digo que no mundo de hoje não é o maior que vai vencer o menor, mas sim o mais rápido é que vencerá o mais lento, não estou querendo dizer que vencerão os “apressados”.  Vencerão os rápidos, os velozes, os ágeis, isso sim.
Muita gente confunde “rapidez” com “pressa”.  A “pressa é inimiga da perfeição” já dizia o velho ditado. A rapidez, não. “Rapidez” significa a melhor adequação da velocidade às condições de segurança que tenho. Se a estrada que percorro tiver condições de andar até 120 km/h não devo andar a 180 km/h – poderá ser arriscado e contra a lei. Mas também não devo, andar a 30 km/h se tenho condições de andar a 120 km/h. Também é arriscado andar devagar demais numa estrada em que a velocidade permitida é de 120km/h.
No mundo empresarial de hoje, temos que ser rápidos, ágeis, velozes.  Tomar decisões com rapidez. Atender as demandas do mercado com o máximo de agilidade. Temos que imprimir velocidade na formatação e implementação de novos produtos e serviços que possam surpreender e encantar nosso mercado.
Mas não devemos ser “apressados”.  Apressado é quem faz as coisas sem pensar, sem cuidar dos detalhes, sem pensar nas conseqüências e alternativas. Apressado é o que atropela os fatos. Apressado é o que não aprende com os erros do passado porque não pára para pensar. E comete os mesmos erros repetidamente. Apressado é o que não ouve as pessoas. Apressado é o que quer conquistar novos clientes e não percebe que está perdendo os clientes atuais por falta de atenção, por incompetência em retê-los e fidelizá-los.
Já o rápido, o veloz, o ágil sabe que a competição está cada dia mais forte e que não se pode ficar deixando para depois as decisões e as ações. O rápido sai na frente na busca do cliente. O rápido visita o mercado para antecipar tendências. O rápido sabe que só não erra quem não faz e ele faz, rapidamente, mesmo correndo algum risco de errar. E quando erra, rapidamente corrige o erro e vai em frente. O rápido é aquele que não vive se lamentando do passado. Ele age. Ele acredita, ele pensa rápido, envolve as pessoas no processo decisório, convive com as diferenças de idéias entre seus colaboradores e decide com agilidade, com velocidade, sem pressa, com a segurança de quem conhece a sua velocidade máxima e faz uso adequado dela.
Nesta semana, faça uma auto-análise. Como é você? Você é “rápido” ou “apressado”? Como são as pessoas que trabalham com você? Elas são ágeis, velozes ou “apressadinhas”?
É preciso educar os nossos colaboradores e até a nós próprios a perceber a diferença importante entre “velocidade” e “pressa”.
Aqui vai um exercício - Pegue em sua empresa vários exemplos de coisas que ocorreram no passado e faça com seu pessoal essa análise. Veja quando houve “rapidez, velocidade, agilidade” e quando houve “pressa”. Compare as situações, discuta, faça com que todos percebam a grande diferença entre as duas situações. Imagine com seu pessoal situações típicas do dia-a-dia e do futuro. Faça a mesma análise – compare rapidez, agilidade, velocidade com “pressa”.
Faça isso com rapidez... sem pressa!
*Luiz Marins, antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior. Possui  25 livros (também disponível em vários países da América Latina e Europa) e mais de 300 vídeos e DVDs publicados; Empresário de sucesso nos ramos de agronegócio, educação, comunicação e marketing

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Quais atitudes podem favorecer ideias inovadoras?

A importância de inovar sempre.
Quais atitudes podem favorecer ideias inovadoras?
 por Lourenço Bustani, especialista em inovação
Inovar requer conhecimento, experiência, diálogo, sensibilidade, inspiração. Enquanto o mundo tende a pensar o novo como as super invenções feitas em laboratórios de tecnologia, a grande inovação será aquela que virá de dentro, na redescoberta do ser humano e das suas verdades ocultas.
1. Viajar
Seja para o bairro vizinho, seja para um continente do outro lado do mundo, não importa. Ao viajarmos, expomos nosso olhar ao que é diferente, inédito, enriquecendo o nosso repertório e criando uma base fértil para novas ideias.
2. Ler
A internet é uma escola infinita e sem paredes. Temos acesso rápido e gratuito a textos de todas as áreas do conhecimento, o que, sem dúvida, é alimento para a inovação. Mas é sempre importante deixar o filtro ligado. Além disso, é sempre bom ter um tempo para mergulhar nos bons e velhos livros.
3. Ouvir
As pessoas têm ouvido pouco. Tem muita gente falando coisas importantes por aí, no dia a dia; do taxista ao palestrante, existe sempre um aprendizado. Vamos parar e ouvir.
4. Sentir
Nada melhor que sentir e agir com base no sentimento. Vejo muitos corações anestesiados, as pessoas em piloto automático, reféns de um sistema cristalizado que está nos levando do nada a lugar nenhum. A inovação do futuro, consciente, humana e integradora, passará por mais sentimento.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como Traçar o Perfil do Cliente.

Boa Tarde, Trouxemos nesse post um matéria bem interessante que realça a importância de se obter um perfil do cliente.

Fiquem a vontade para comentar e dar  suas dicas e experiencias,
Desejamos a vocês visitantes um excelente fim de semana;




Temos defendido, em nossos textos, palestras, cursos e aulas, que uma das mais importantes definições que um empresário faz, atualmente, é a do perfil do cliente.
Pois, com uma definição bem elaborada, por exemplo, os investimentos em comunicação da empresa são mais assertivos, geram maior resultado e mais vendas/faturamento. E esta é somente uma das razões, existem muitas outras.
Porém, qual a dica, como traçar esse perfil do cliente, para acertar nas decisões estratégicas da empresa?
Primeiro, deve-se entender que o perfil do cliente não é meramente demográfico. Existem, pelo menos, outros 3 outros perfis a serem considerados:
  • Perfil Geográfico
  • Perfil Comportamental
  • Perfil Psicográfico

Perfil Demográfico

São as mais conhecidas variáveis de segmentação de clientes. Envolvem e consideram características como faixa etária, sexo, religião e renda.
Com base neste perfil traçado, pode-se ter uma ideia da previsão de demanda/mercado provável através de uma consulta a um instituto de pesquisa terceirizado, como por exemplo, o IBGE, que realiza o recenseamento a cada 10 anos no país.
O resultado de uma análise demográfica de perfil pode ser a seguinte: Pessoas, do sexo masculino, com renda acima de 7 salários mínimos, entre 35 e 60 anos.
Porém, é um perfil de cliente um tanto superficial.

Perfil Geográfico

Partindo do Perfil Demográfico, pode-se estreitá-lo, através da localização (ou enfoque) em determinada região ou área da cidade ou o clima que mais se adeque ao seu produto (no caso de uma indústria de casacos de couro, por exemplo).
Para manter no mesmo exemplo de investimento, pode-se determinar onde se vai anunciar e em que meios, pois as pessoas de uma região podem ter hábitos diferentes dos de outras regiões com relação ao consumo de mídia.
Como resultante desta análise, chega-se à conclusão que as pessoas que moram em cidades brasileiras acima de 600 metros de altitude são o foco da empresa, devido às condições climáticas destas regiões.

Perfil Comportamental

Este tipo de perfil identifica o comportamento do consumidor ao comprar o produto, considerando o benefício do produto que o cliente procura, como ele usa o produto, com que constância e em que ocasião, bem como a ocasião em que ele compra (festas, datas comemorativas, dia-a-dia).
É um perfil que tem muita relação com a comunicação, principalmente quando se considera a opção de marketing de conteúdo e questões de CRM. Um cadastro detalhado das intenções e de datas importantes para o mesmo são extremamente estratégicas para a empresa.
Temos como resultado desta análise, que este produto em análise é geralmente comprado no meio do outono brasileiro, entre os meses de maio e junho, para uso durante o inverno, praticamente diariamente em suas atribuições profissionais.

Perfil Psicográfico

O perfil psicográfico diz respeito aos influenciadores de comportamento, como estilo de vida e personalidade. As pessoas possuem e desenvolvem, ao longo da vida, comportamentos baseados nos grupos aos quais pertencem e isto acaba influenciando em seu “modus operandi” relacionado a compras e seleção de produtos.
Família, amigos, posição profissional, igreja que frequenta, se realiza atividade esportiva ou é sedentário… Todas estas variáveis compõem o perfil psicográfico.
Em nosso caso, em particular, digamos que sejam profissionais autônomos, geralmente advogados, consultores e administradores. Estes profissionais costumam viajar a negócios e realizam atividade esportiva em clubes seletos das cidades em que moram e participam de reuniões sociais ao final do expediente, como happy hours e encontros enólogos.

Resultado

Unindo os perfis traçados ao longo do texto, temos como foco, para este produto em específico,

Pessoas, do sexo masculino, com renda acima de 7 salários mínimos, entre 35 e 60 anos, moradores de cidades brasileiras acima de 600 metros de altitude, que compram/renovam seu guarda-roupa de inverno no meio do outono brasileiro, entre os meses de maio e junho, e costumam usar o produto durante o inverno, praticamente diariamente em suas atribuições profissionais. São profissionais autônomos, geralmente advogados, consultores e administradores, que viajam constantemente a negócios e realizam atividade esportiva em clubes seletos das cidades em que moram e participam de reuniões sociais ao final do expediente, como happy hours e encontros enólogos.

Quando se traça um perfil assim, tão completo do cliente, os esforços e investimentos são minimizados e potencializados. Têm-se muito mais resultado/retorno em publicações específicas deste público do que “atirando para todo o lado”. [...]
Fonte: HBK Consultoria  http://hbkconsultoria.com.br


sexta-feira, 19 de julho de 2013

O Poder do Tablet na Força de Vendas

O post de hoje é baseado em uma das ferramentas que a WTTI Sistemas comercializa, o SIAGN Vendor, solução desenvolvida em Android, para atender a equipe comercial externa das empresas, que proporcionará aos vendedores as informações necessárias para realizar as vendas, podendo transmitir os pedidos em tempo real. Confira abaixo como o tablet poderá melhorar o desempenho das vendas para sua empresa!

Artigo: O Poder do Tablet na Força de Vendas

Por Diego Darli. 

O crescimento de pessoas conectadas no mundo é atribuído ao uso dos dispositivos móveis. No Brasil, de acordo com a Anatel, o ano de 2012 fechou com mais de 260 milhões de linhas móveis ativas e 60 milhões de dispositivos móveis (smartphones, tablets, modens) com acesso a internet 3G. Neste mesmo ano, foram vendidos 3,1 milhões de tablets.  Segundo a IT Data, consultoria do mercado de tecnologia, a previsão é de que mais de 5 milhões de tablets sejam vendidos em 2013 no Brasil. Com esse cenário, as empresas buscam formas adequadas de implantar e utilizar o tablet nas equipes de campo, principalmente marketing e força de vendas. Através dessa automatização, a empresa pode alavancar os seus resultados, obtendo maior produtividade devido à mobilidade das equipes, além de economia, inovação e sustentabilidade. Um dos maiores benefícios da utilização do tablet é a possibilidade de exibição dos materiais promocionais ou qualquer tipo de apresentação, inclusive institucional, fazendo com que gradativamente eliminem a utilização de materiais impressos, e desta forma gerar uma redução significativa de custos.  Outra vantagem da adoção do tablet como ferramenta de promoção é o Closed-Loop Marketing (CLM), que consiste em fechar o círculo do marketing através de feedbacks do que está acontecendo em campo, para que internamente as equipes possam identificar e trabalhar ativamente nos GAPs e possíveis ajustes durante a campanha promocional.  Como isso funciona? Todas as ações realizadas em campo ligadas a apresentação e visitação das equipes são monitoradas através do tempo de exposição de produtos e frequência de apresentação das páginas do material, possibilitando colher a percepção do cliente em relação ao material promocional. A partir do momento em que são registradas essas informações no tablet a empresa recebe indicadores de gestão que podem ser utilizados para construir um perfil de cliente e refinar a estratégia de marketing para aplicar nas próximas visitas. É o começo da realização de um grande sonho das áreas de vendas e marketing, a promoção one-to-one, ou seja, o representante poderá utilizar um material promocional mais alinhado para cada perfil de cliente, fazendo com que a promoção seja mais assertiva. Além disso, é possível atualizar os materiais promocionais de forma rápida e remota, conforme necessidades de promoções imediatas e reação frente aos concorrentes, o que é estratégico e vital no cenário atual. Assim, o custo inicial da compra do equipamento tablet, é rapidamente compensado pela economia em custos de gráfica (impressão), logística (entrega para as equipes) e armazenamento (local, pelo distribuidor ou representante).

 Fonte: http://www.dino.com.br/releases/artigo-o-poder-do-tablet-na-forca-de-vendas-dino890674131